domingo, 4 de abril de 2010

Poema : Vida de Um Vampiro


Andando pelas ruas frias e sozinhas
Procurando encontrar alguem para devorar
Aqui estou eu louca para matar
Sem cabeça nem para pensar
Olho para as pessoas
Vejo meros alimentos cheios de sangue
Louca estou a procurar alguem
Que eu possa atacar
Já estou sentido o gosto
Do sangue humano humano em meu rosto
nesta hora eu desejo alguem
Que eu possa matar
E tua vida suspirar
Para que em mim
Possa fortalecer
Quando olho para o céu
Vejo o sol a resplandecer
Logo me ponho a correr
Em um suspiro cabuloso
Eu estou a fugir
O mundo se fecha para mim
Quando me vejo novamente
Estou em uma casa
Segura de todo perigo
Apenas me preparando
para a proxima jornada!

By : Guinevere Vigéé Lebrum

13 comentários:

  1. Olá Guinevere, gostei muito do seu blog e seus poemas. Meu nome é Erik Santana, sou escritor e, recentemente, publiquei meu primeiro livro sobre vampiros. Será que é possível uma divulgação/parceira em seu blog? Abraços! Responda aqui, deixando e-mail para contato: http://filhosdanoite.wordpress.com/

    ResponderExcluir
  2. amei,sou doida por filmes e livros de vanpiro*-*

    ResponderExcluir
  3. Olá. Achei bem interessante seu blog. Esperamos mais postagens. Compartilhamos do mesmo gosto. Boa noite.

    Glória
    http://www.semprevampiros.blogspot.com

    ResponderExcluir
  4. Agradeço a vós por lerem o meu blog..*__*

    ResponderExcluir
  5. adorei adoro vanpiros queria ser uma rsrsrs

    ResponderExcluir
  6. é muito muito Massa queria ser uma vapira rsrsrsrs

    ResponderExcluir
  7. é muito bom até queria ser uma vampira shuashua , é muito legal mesmo

    ResponderExcluir
  8. todos nos queriamos ser vampiros e vampiras mas pena que e tao dificil encomtrar um

    ResponderExcluir
  9. minha cara
    te devo dizer
    parabens eu amei
    é pra dar sede aquela parte que diz:
    Que eu possa matar
    E tua vida suspirar
    Para que em mim
    possa fortalecer
    voce minha cara tem talento

    ResponderExcluir

Seguidores

Quem sou eu

Minha foto
Me chamo Débora, tenho 17 anos, e desde criança tenho contatos ''legais''.